Não deu. Mais uma festa estrangeira em Terra Brasilis.
Assim como no ano passado, em que o Fluminense perdeu o título em pleno Maracanã para a modesta esquipe da LDU do Equador, o Cruzeiro, apesar do favoritismo, perdeu a chance de alcançar o tricampeonato e foi derrotado em casa e de virada pelo Estudiantes, em pleno Mineirão, tomado por 62 mil espectadores.
Apesar de tanto Fluminense quanto Cruzeiro terem perdido em casa o título, há uma diferença entre os dois clubes: o Fluminense conseguiu reverter a vantagem de dois gols que a LDU havia adquirido em Quito (4 a 2) e levou a partida aos pênaltis. O Cruzeiro parecia não ter entrado em campo. Com excessão de Kleber - que foi a raça em pessoa e sem dúvida o melhor jogador em campo - os principais jogadores do elenco pareciam não ter entrado em campo - Wellington Paulista e Wagner eram puro nervosismo, e Ramires não acertava um passe sequer. O goleiro Fábio, pouco exigido, não teve culpa nos gols.
Depois de um primeiro tempo nervoso e violento (já que Carlos Chandia não coibia a violência argentina e não distribuia cartões), o Cruzeiro "achou" um gol com o chute de Henrique de fora da área, que desviou em Desábato, enganando o goleiro Andujar. Pouco tempo depois, em uma bobeira da marcação mineira que deixou uma avenida pelo seu lado esquerdo, "La Gata" Fernandes, recebendo cruzamento, amplia. Boselli marcaria o gol da virada.
Na tentativa de melhorar a equipe, o técnico Adilson Batista sacou Wellington Paulista e colocou outro atacante, Thiago Ribeiro (poderia tirar Ramires e deixar o Cruzeiro com três atacantes), que cosneguiu acerta o travessão. Quase no fim do jogo, Leonardo Moura perdeu uma ótima chance, mas foi só. Méritos pára o time de "La Brujita" Verón, que levantou a Taça Libertadores da América, assim como seu pai, "La Bruja" Verón, fez em 68/69/70.
Apesar de tanto Fluminense quanto Cruzeiro terem perdido em casa o título, há uma diferença entre os dois clubes: o Fluminense conseguiu reverter a vantagem de dois gols que a LDU havia adquirido em Quito (4 a 2) e levou a partida aos pênaltis. O Cruzeiro parecia não ter entrado em campo. Com excessão de Kleber - que foi a raça em pessoa e sem dúvida o melhor jogador em campo - os principais jogadores do elenco pareciam não ter entrado em campo - Wellington Paulista e Wagner eram puro nervosismo, e Ramires não acertava um passe sequer. O goleiro Fábio, pouco exigido, não teve culpa nos gols.
Depois de um primeiro tempo nervoso e violento (já que Carlos Chandia não coibia a violência argentina e não distribuia cartões), o Cruzeiro "achou" um gol com o chute de Henrique de fora da área, que desviou em Desábato, enganando o goleiro Andujar. Pouco tempo depois, em uma bobeira da marcação mineira que deixou uma avenida pelo seu lado esquerdo, "La Gata" Fernandes, recebendo cruzamento, amplia. Boselli marcaria o gol da virada.
Na tentativa de melhorar a equipe, o técnico Adilson Batista sacou Wellington Paulista e colocou outro atacante, Thiago Ribeiro (poderia tirar Ramires e deixar o Cruzeiro com três atacantes), que cosneguiu acerta o travessão. Quase no fim do jogo, Leonardo Moura perdeu uma ótima chance, mas foi só. Méritos pára o time de "La Brujita" Verón, que levantou a Taça Libertadores da América, assim como seu pai, "La Bruja" Verón, fez em 68/69/70.
A CAMPANHA (14J, 9V, 3E, 2D, 19GP, 6GC)
0x3 - Cruzeiro (BRA)
1x0 - Universitário de Sucre (BOL)
0x1 - Deportivo Quito (EQU)
4x0 - Deportivo Quito (EQU)
4x0 - Cruzeiro (BRA)
0x0 - Universitário de Sucre (BOL)
3x0 - Libertado (PAR)
0x0 - Libertado (PAR)
1x0 - Defensor Sporting (URU)
1x0 - Defensor Sporting (URU)
1x0 - Nacional (URU)
2x1 - Nacional (URU)
0x0 - Cruzeiro (BRA)
2x1 - Cruzeiro (BRA)
Fotos: Sérgio Moraes (Reuters), Ricardo Nogueira (Folha Imagem)


































